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Piloxing, nova modalidade que está atraindo a atenção às academias!

A prática é completa e estimula o gasto calórico!

De tempos em tempos, academias de todo o mundo querem manter os alunos motivados e os educadores físicos, por sua vez, também aprimoram técnicas para que possam trazer mais resultados a seus alunos.

Uma matéria, da Revista Marie Claire de setembro de 2015, mostrou uma método que promete cair no gosto das adeptas da malhação, é o Piloxing. Segundo a revista, “é um mix de boxe, pilates e dança. O programa foi criado em 2009 pela bailarina sueca Viveca Jensen, que é também instrutora de pilates e praticante de boxe, e responsável por corpos de famosas como Hilary Duff e Vanessa Hudgens”.

A modalidade já chegou ao Brasil e alguma redes de academia já implantaram. No Portal da Rede BodyTech, os educadores utilizam um programa intervalado que trabalha com alta frequência cardíaca e movimentos de baixo impacto, proporcionando aumento da resistência e máximo de queima calórica.

Além disso, a prática trabalha respiração, saúde cardiorrespiratória e equilíbrio, além de resistência, coordenação motora e ritmo. É por isso que Piloxing é considerada uma atividade completa.

Geralmente, a atividade é mais vigorosa durante a parte do boxe, trabalha a flexibilidade com os movimentos do pilates e, com a dança, o praticante recupera os batimentos cardíacos elevados. Durante os passos de dança, geralmente os professores adicionam sensualidade ao exercício e fazem com que os golpes de boxe sejam mais femininos.

É importante alertar que a atividade deve ser praticada com luvas, que são diferentes das de boxe tradicional, pois são de 25g em cada mão para reforçar a tonificação muscular durante os exercícios. Além disso, a modalidade é praticada descalça, para melhorar a postura, equilibrar energias e prevenir lesões.

Mas é importante lembrar os cuidados que uma pessoa com diabetes precisa ter ao realizar qualquer atividade física. Primeiramente deve estar com a condição clínica sob controle e com os exames em dia. Sempre portar seu monitor de glicemia e uma porção de carboidrato de rápida absorção, em caso de hipoglicemia. Na bike, qualquer sensação diferente deve ser observada com uma medida extra de glicemia. Estar sempre identificado com um telefone de emergência de uma pessoa que conheça a sua condição.

Esta modalidade em específico tem mais uma vantagem. Ela é praticada em grupo e tem como resultado o estímulo certo para ganhar a adesão de pessoas à prática. Muitas vezes, quando saímos e vemos um dia chuvoso ou nublado, não nos dá vontade de ficar na cama e não sair nem para trabalhar? Agora se você precisa dar uma carona para alguém, o cenário não muda? Você não se sente mais estimulado?

Fazer parte de um grupo de semelhantes permite trocas de experiências e o raro conforto de se sentir entre iguais. Dessa forma, passa a ser ainda mais importante para as pessoas com a condição do que para aqueles sem o diabetes.

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