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Alimentação necessária para crianças

Ter um acompanhamento afinado entre o médico e nutricionista garatem um crescimento e desenvolvimento sadio para a criança

saladacriancaAo longo do crescimento, dependendo da faixa etária, a criança apresenta necessidades diferentes com relação à alimentação. Mesmo assim, cada uma delas constitui um ser único e não podemos categorizar a alimentação de acordo com a idade, pois muitas vezes a alimentação precisa ser adaptada para alcançar o seu potencial de crescimento e desenvolvimento.

Segundo a nutricionista Juliana Baptista, “até seis meses de idade o ideal é que o leite materno seja exclusivo, o qual é completo com vitaminas, minerais, carboidratos, proteínas, gorduras e água. Caso não seja possível o aleitamento materno, deve ser oferecido à criança leite adequado para a idade e seguir a orientação do pediatra ou nutricionista quanto à introdução de outros alimentos que vai variar conforme a idade e características individuais da criança”.

“A partir de um ano, a alimentação deve ser equilibrada com: fibras, vitaminas e minerais, como verduras, legumes e frutas; carboidratos (de preferência integrais) como arroz, batata, mandioca, mandioquinha, massa, pães e grãos; proteínas cozidas, assadas ou grelhadas como peixe, carne bovina, frango, ovo, leite ou queijo”, relata Juliana.

Muitas das crianças recusam comer em determinados momentos e muitas mães entram em desespero. Nesses casos, Juliana diz que “o médico ou nutricionista, a partir da avaliação clínica, vão determinar os exames necessários e farão uma avaliação individualizada de cada criança. Suplementos só devem ser dados com orientação nutricional ou médica, já que há grandes variações entre as necessidades de cada um”, ressalta Juliana.

Já para crianças com diabetes, a alimentação deve ser a mesma comparada a um indivíduo da mesma idade. “Não há restrições, desde que esteja orientada a seguir a contagem de carboidratos e as glicemias estejam controladas. Caso contrário, é aconselhável seguir as orientações traçadas pela nutricionista ou médico”, alerta Juliana.

Nos casos de crianças com diabetes, a necessidade de um acompanhamento mais frequente pela nutricionista vai depender de cada paciente, “de acordo com a aderência ao tratamento, dos controles da glicemia, dos hábitos alimentares. Mas recomendamos pelo menos passar uma vez ao ano no consultório da nutricionista que irá traçar um plano e definir o número de consultas necessárias. Pedimos um acompanhamento mais estreito, no momento do diagnóstico para esclarecimentos, por encaminhamento médico, para aprender a contagem de carboidratos ou quando o paciente ou familiares sentirem necessidade”, finaliza Juliana.

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