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Conheça 5 dicas de componentes que devem ser consumidos pelas pessoas com diabetes

Com estas cinco dicas, fica mais fácil ter uma vida sadia, sem complicações!

A ciência vem descobrindo que os processos inflamatórios estão envolvidos em boa parte das doenças e para combatê-los, devemos ingerir alimentos ricos em ômega 3 por possuírem efeito anti-inflamatório. Dentre as suas principais fontes destacamos: salmão, sardinha, atum, cavala, arenque e algumas algas marinhas.

Pessoas com diabetes mellitus não controladas ou que se encontram obesas com síndrome metabólica, também estão inflamadas pelo aumento de citocinas pró-inflamatórias e pelo mau controle glicêmico das mesmas. Segundo o nutrólogo Roberto Navarro “é importante a ingestão de fibras, pois estas diminuem a velocidade de absorção da glicose pelo intestino, evitando elevação súbita da glicemia; elas estão presentes nos cereais na sua forma integral ( aveia, trigo, amaranto, quinua),  nos vegetais folhosos (alface, rúcula, agrião), nas leguminosas (feijão, ervilha, lentilha, soja). Ter uma alimentação rica em antioxidantes (vitaminas C e E, selênio, beta caroteno e flavonoides) também são favoráveis à proteção do indivíduo com diabetes, pois esta doença induz a um estado oxidativo elevado. Boas fontes de antioxidantes encontramos nas frutas cítricas (laranja, limão, acerola, abacaxi, frutas vermelhas como o morango, framboesa, amora, ameixa), oleaginosas (castanhas, nozes, amêndoas, avelãs), vegetais e legumes de cores variadas (cenoura crua, brócolis, berinjela, tomate, pimentão vermelho e amarelo) ”.

Fique atento se você tiver fome excessiva, necessidade de comer pães e doces e apresentar crises de hipoglicemia (queda de açúcar no sangue); esses sinais e sintomas podem indicar a falta de cromo. “Esse mineral tem como principal função atuar no metabolismo da glicose facilitando a sua entrada na célula”, alerta o clínico geral e nutrólogo Roberto Navarro.

Quando comemos os carboidratos refinados (pão branco, massas, doces), pobres em fibras, eles acabam sendo absorvidos rapidamente no intestino e a fome aparece em pouco tempo; o mesmo não acontece com os carboidratos complexos que, por serem ricos em fibras trazem nutrientes, inclusive o cromo, que retardam a absorção.

Encontramos as principais fontes do mineral em muitos alimentos, tais como: mariscos, ostras, fígado, queijos, grãos integrais, frutas, feijão verde, espinafre e brócolis, levedo de cerveja, germe de trigo.

Ainda o Dr. Navarro afirma que “existem estudos que comprovam que a deficiência de cromo no organismo promove maior risco de formação de placas de gorduras nas artérias, aumentando o risco de doenças cardiovasculares e também maior incidência de diabetes tipo 2”.

O zinco, mineral de ouro para o sistema imune, é essencial para a vida, atua no metabolismo de proteínas e ácidos nucléicos, estimula a atividade de mais de 100 enzimas, colabora no bom funcionamento do sistema imunológico e na cicatrização tecidual, intervém na percepção do sabor e olfato e na síntese do DNA. Além de todas essas funções, participa na regulação da insulina e da leptina (hormônio da saciedade); em indivíduos com níveis baixos de zinco, a concentração de leptina é reduzida e por consequência haverá aumento de resistência à insulina, levando a pessoa a sentir a necessidade em ingerir doces, massas e outros carboidratos, e em pouco tempo o diabetes tipo 2 estará instalado.

É fácil descobrir se o zinco está em falta em nosso organismo e os sintomas mais comuns são: queda de cabelo, unhas quebradiças, fadiga, diminuição da libido, fragilidade do sistema imunológico, ferimentos que não cicatrizam, aumento dos níveis de glicose no sangue, diarreia, infecções respiratórias, dificuldade em sentir o gosto salgado dos alimentos, anomalias na percepção do olfato, pele seca e amarelada, mau funcionamento do fígado.

Segundo a nutricionista Nicole Trevisan “encontramos as principais fontes de zinco nas ostras, nozes, castanhas, carne bovina, carne de frango, semente de abóbora, aveia, feijão, leite e pão integrais”.

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