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“A educação em diabetes é uma grande aliada no convívio diário com a condição”! Conheça a experiência de Juliana Lessa a terapêutica da bomba de insulina!

Adaptação à terapêutica da bomba de insulina foi tranquila!Juliana 

Muitas vezes as mudanças fazem com que saiamos da nossa zona de conforto e no primeiro impacto não gostamos de nos adaptarmos à realidade. Com o passar do tempo, aprendemos muito para que possamos fazer as nossas escolhas.

Juliana Lessa já foi matéria do Portal De Bem com a Vida. Mas resumindo, ela é carioca, tem 40 anos, engenheira, tocadora de tamborim, apaixonada pelo Carnaval, pela música e pelo Rio de Janeiro, além de ter diabetes tipo 1.

No início de abril, Juliana começou a fazer o teste da bomba de insulina, pois considera a terapia um grande avanço no tratamento do diabetes. Ela aproveita para explicar aqui as mudanças com a nova terapêutica “fazia o tratamento com as canetas, utilizando a insulinas de ação lenta e de ação rápida. Aplicava a basal uma vez ao dia e fazia as aplicações da insulina de ação rápida para corrigir carboidratos e glicemias mais altas”.

“Com o AccuChek Combo, passei a usar somente a insulina de ação rápida, e com as informações de carboidratos das refeições junto com a glicemia registrada, a bomba calculava a dose necessária de insulina. O grande diferencial no meu tratamento foi a praticidade de não ter de aplicar com caneta e agulha várias vezes ao dia”, detalha a carioca.

Mas os benefícios não param por aí, Juliana pontua “já tinha um bom controle glicêmico, fazendo o tratamento com as canetas, mas usando o Combo, percebi uma melhora na lipohipertrofia, aquelas bolsinhas de gordura, que vão se formando quando não fazemos o rodízio de aplicação adequado. Eu já tinha desenvolvido na barriga e em poucos dias com a bomba, reparei que houve uma melhora”.

Ter o Smart Control foi outra vantagem apontada por Juliana “a facilidade em ter um “controle remoto” que opera e se comunica diretamente com o sistema de infusão contínua torna a utilização da bomba mais prática. Achei o Combo mais prático de manusear, pelo fato de não precisar pegar a bomba o tempo todo para operar”.
A adaptação do tratamento foi tranquila. “Tirei as dúvidas com a educadora, ao longo dos primeiros dias, e a operação do sistema aconteceu de forma fácil e natural. O mais complicado, no meu caso, foi tentar me adaptar a ter algo preso em mim o tempo todo. Me incomoda um pouco ficar com o cateter e a bomba presos no meu corpo”, confessa Juliana.

Sobre o controle da glicemia, Juliana ressalta suas dificuldades, “tenho um bom controle glicêmico fazendo o tratamento com as canetas. Nos dois primeiros dias com a bomba, mantive as glicemias dentro da minha faixa alvo, mas depois começaram a alterar. Fizemos (minha endocrinologista, a educadora da Roche e eu) alguns ajustes nas doses de insulina estabelecidas, mas ainda assim as glicemias ficaram bem altas. Acabei interrompendo o teste depois de duas semanas. Já estava com uma dose de insulina mais alta que o meu habitual e as glicemias não baixavam”.

Por isso, mesmo que Juliana não tenha se adaptado à terapêutica, ela destaca “o diabetes é uma doença séria, mas que com controle não nos impede de nada. Acho que o caminho para uma maior aceitação e adesão ao tratamento é o conhecimento. Entender sobre a condição ajuda em todo o resto. Se informem, perguntem. A educação em diabetes é uma grande aliada no convívio diário com a condição”.

Vanessa Pirolo

Jornalista, criadora do blog convivência com diabetes, tem diabetes desde o seus 18 anos, e redatora do Portal DBCV. Quer me conhecer melhor? Então, clique aqui!

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